Se fosse sempre eu assim,
Bradado deste meu ínfero nirvana,
Que só por acaso dentro de mim
Se exalta e emana
De meu corpo, minha voz,
E minhas mãos que entendem
Que sou eu... Mas somos nós!
E haurem minhas forças, que se estendem
Além de meu compelido
Choro, que fala através de uma escrita
Que, num quérulo canto comedido,
Se exala e por fim medita...
Se fosse eu sempre assim
Esta voz que canta mas não soa
(Oh! Como soa dentro de mim!)
Possuía o altivo engenho desse que em tempos
..................................... foi Pessoa.
[Quem me dera estar bêbado]
Há 10 anos
1 comentário:
E outro dos teus que me abalam, no melhor sentido. Sei lá mais.
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